quarta-feira, 9 de março de 2011

eu assisti aquele filme e tô embarcando por impulso

Acabo de assistir um filme que falava algo sobre casais quando estavam entrando na fase de deixar de ser um casal. Isso soou confuso, mas é realmente uma historia confusa.
O homem que ama intensamente, a mulher que idealiza o príncipe encantando com um cavalo branco e alado... Quando não é um, é outro. Quando ela encontra tudo o que sonhava em uma pessoa, ele não deseja ser tal personagem. Quando ele ama, ela não quer ser amada. E assim segue infinitamente...
E sobre aquela conversinha que ouvimos desde bebês? Aquela lá, que dizia que o amor supera tudo, que enfrenta barreiras, e que nada se compara com a magnitude do verdadeiro amor...
Não quero parecer extremamente cético, mas conheço algumas pessoas e nenhuma vivenciou algo de tamanha nobreza. Então me debato contra o travesseiro e fico a pensar o que acontece com essas pessoas que se namoram, pixam muros com "Eu te amo, Victoria. Não solta a minha mão!" e outras frases demasiadamente amorosas, casam, têm lindos filhos, e por conseguinte, desejam arduamente se matar. Por que isso acontece? É só medo de ficar só? Ou esse amor seria um motivo para querer viver e depois morrer?
Infelizmente, meu travesseiro nunca me deu as respostas. Só acrescenta perguntas.

E quando a lacuna for embora, o que vai acontecer: terá vácuo, ou respostas?