segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

"Esse negocio de dormir no ônibus não está me agradando. Sempre que acordo, ou já perdi a parada ou estou bem nela. Agradável seria se fosse cheirando o seu pescoço, ou dormindo sobre um travesseiro postado sobre suas pernas, enquanto suas mãos suaves deslizam por entre os meus cabelos rebeldes, e eu me sentindo maravilhosamente bem e confortado... "

Leu o bilhete com os posteriores dizeres, e depois saiu cantarolando e distribuindo flores pelo caminho, como se o mundo fosse um lugar bom e doce.